Índices Futuros dos EUA Operam em Baixa Aguardando Política Tarifária de Trump
Os índices futuros dos EUA operam em baixa nesta terça-feira (1), enquanto o mercado aguarda esclarecimentos do presidente Donald Trump sobre a implementação de sua política tarifária, que entra em vigor na quarta-feira.
Trump já impôs tarifas sobre Canadá, México e China — os três maiores parceiros comerciais dos EUA — além de setores como automóveis, aço e alumínio. Tarifas sobre cobre podem ser anunciadas nas próximas semanas. Ele também ameaçou taxar importações de produtos farmacêuticos, semicondutores e madeira.
Em indicadores, os investidores acompanharão de perto os dados de manufatura de março, as vagas de emprego do relatório JOLTs e os relatórios sobre gastos com construção.
Desempenho dos Mercados Futuros
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam com alta em sua maioria, recuperando-se de uma forte liquidação na sessão anterior, enquanto os investidores aguardavam clareza sobre a implementação de tarifas do presidente dos EUA, Donald Trump.
Os mercados europeus operam em alta, registrando uma ampla recuperação enquanto investidores globais se preparam para as tarifas comerciais do presidente dos EUA, Donald Trump.
A presidente do BCE, Christine Lagarde, e o membro do conselho Philip Lane discursam separadamente em uma conferência em Frankfurt hoje, no mesmo dia em que serão divulgados dados da zona do euro sobre inflação, PMI industrial e taxa de desemprego.
A Grã-Bretanha também terá o PMI industrial, e Megan Greene, do Banco da Inglaterra, fará um discurso na Royal Economic Society, em Londres.
FTSE 100 (Reino Unido): +0,72%
DAX (Alemanha): +1,17%
CAC 40 (França): +0,82%
FTSE MIB (Itália): +0,84%
STOXX 600: +0,91%
Os preços do petróleo operam em baixa, já que as preocupações sobre o impacto de uma guerra comercial no crescimento global superaram as preocupações sobre um impacto no fornecimento devido às ameaças do presidente dos EUA, Donald Trump, de impor tarifas secundárias ao petróleo russo e bombardear o Irã.
As cotações do minério de ferro na China fecharam em alta, com aumento da demanda pela commodity na segunda maior economia do mundo.
(Com Reuters e Bloomberg)
Felipe Moreira
Júlio Rossato