Ação da Arezzo não é uma pechincha, mas compensa a perspectiva de crescimento no curto prazo

A ação da Arezzo (ARZZ3) não é uma pechincha, mas vale as perspectiva fortes de crescimento da marca no curto prazo, de acordo com a visão do BTG Pactual. O banco participou do dia do investidor da companhia e avaliou que ela conta com uma expansão resiliente no mercado local e uma recuperação potencial no [...]

De acordo com o documento, a Arezzo abrirá de 50 a 60 lojas no próximo ano em suas marcas atuais  (Imagem: Gustavo Kahil/Money Times) A ação da Arezzo (ARZZ3) não é uma pechincha, mas vale as perspectiva fortes de crescimento da marca no curto prazo, de acordo com a visão do BTG Pactual. O banco participou do dia do investidor da companhia e avaliou que ela conta com uma expansão resiliente no mercado local e uma recuperação potencial no consumo das classes de renda mais alta em 2021; força das novas marcas, como Vans e Reserva; e resultados mais saudáveis na operação dos EUA, principalmente com base nos canais de atacado e e-commerce. De acordo com o documento, a Arezzo abrirá de 50 a 60 lojas no próximo ano em suas marcas atuais (Arezzo, Schutz, Ana Capri, Vans, Fiever, Alme e Alexandre Birman), além de 15 a 20 lojas Reserva. No caso do comércio eletrónico, o canal online já representa 29% do total das vendas (vs. 13% em 2019), sendo as lojas cada vez mais importantes. No terceiro trimestre, a Arezzo disse que a retirada de pedidos estava disponível em 64% das lojas, com envio da loja em 33% delas, enquanto a venda remota alcançava 100% das lojas. Nos EUA, a Arezzo implementou uma nova estratégia de preços para a bandeira Schultz (reduzindo os preços de US$ 100-US$ 250 para US $ 75- US$ 200), aumentando seu mercado endereçável, e mudou o foco para o atacado e canais de comércio eletrônico. A empresa tem mostrado diversas... Acessar conteúdo completo

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