Alexandre Campello: Vasco da Gama e a vanguarda cripto para ampliar receitas

Em janeiro de 2018, quando assumi a presidência do Club de Regatas Vasco da Gama, estabeleci uma meta fundamental ao meu time de trabalho: cortar custos e aumentar receitas, para trazer o que chamamos de “dinheiro novo”. No entanto, não é uma tarefa das mais fáceis. Fundos de investimento aparecem o tempo inteiro prometendo um [...]

Confira, em artigo por Alexandre Campello, presidente do Club de Regatas Vasco da Gama, por que a parceria com a Mercado Bitcoin foi fundamental na ampliação de receitas do time (Imagem: Facebook/Mercado Bitcoin) Em janeiro de 2018, quando assumi a presidência do Club de Regatas Vasco da Gama, estabeleci uma meta fundamental ao meu time de trabalho: cortar custos e aumentar receitas, para trazer o que chamamos de “dinheiro novo”. No entanto, não é uma tarefa das mais fáceis. Fundos de investimento aparecem o tempo inteiro prometendo um aporte financeiro altíssimo mas, em troca, necessitam de garantias que, hoje, o Clube não pode oferecer. Por isso, seria necessário pensar “fora da caixa”, buscar soluções que não as usuais. Foi assim que nasceu a ideia de tokenizar os valores que o Vasco da Gama tem direito, através do Mecanismo de Solidariedade, pelas transações definitivas de alguns dos atletas formados em sua categoria de base. O Mecanismo de Solidariedade não é um ativo “certo” na vida de um clube de futebol. Um atleta pode ser vendido pelo Vasco da Gama quando ainda tem 18 anos e, por mais que essa seja uma hipótese remotíssima, passar os próximos 20 anos defendendo o mesmo clube, sem ser transferido. Ou suas transferências futuras podem ser realizadas por valores muito aquém ao esperado. Portanto, esse é um dos grandes baratos do que estamos propondo. Ao tokenizar esse ativo e lançá-lo no mercado por um valor... Acessar conteúdo completo

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