Empresas que buscam aquisições movimentarão US$ 300 bi em dois anos, calcula Goldman

Companhias com cheque em branco no bolso e em busca de negócios podem gerar US$ 300 bilhões em fusões e aquisições durante os próximos dois anos, prevê o Goldman Sachs. Em 2020, as chamadas empresas de aquisição de propósito específico (conhecidas pela sigla em inglês SPAC) levantaram US$ 70 bilhões, ou cinco vezes mais do [...]

Cerca de 205 SPACs captaram US$ 61 bilhões em aberturas de capital e estão em busca de alvos de aquisição, segundo o banco (Imagem: Divulgação) Companhias com cheque em branco no bolso e em busca de negócios podem gerar US$ 300 bilhões em fusões e aquisições durante os próximos dois anos, prevê o Goldman Sachs. Em 2020, as chamadas empresas de aquisição de propósito específico (conhecidas pela sigla em inglês SPAC) levantaram US$ 70 bilhões, ou cinco vezes mais do que no ano passado, segundo estrategistas do banco liderados por David Kostin. Por trás desse avanço estão a procura por rendimento, a migração no foco das SPACs de ações de empresas de valor para as de crescimento, além de investidores de varejo buscando negócios não tradicionais e em estágio inicial, de acordo com a análise do Goldman Sachs. Cerca de 205 SPACs captaram US$ 61 bilhões em aberturas de capital e estão em busca de alvos de aquisição, segundo o banco. “Se for mantida a proporção vista neste ano, de cinco vezes o capital das SPACs para o valor dos alvos de fusão e aquisição, o valor agregado desses futuros alvos de aquisição seria US$ 300 bilhões”, afirmou o relatório. Neste “ano das SPACs”, como classificou o Goldman Sachs, muitos investidores de peso entraram no jogo. Agindo como uma empresa que só existe no papel, o objetivo de uma companhia com cheque em branco é listar e, em seguida, comprar outra empresa que pretenda abrir o... Acessar conteúdo completo

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