Felipe Miranda: É só uma lembrancinha de Natal

Este é meu último Day One de 2020. Não quero, com isso, passar a impressão de que o ano já acabou para mim. Passaria longe da minha visão.  O ambiente internacional parece oferecer uma espécie de alinhamento dos astros para o curto prazo, com prognóstico de mais compra de ativos pelo Fed, início da vacinação, [...]

“Em tempos de baixa liquidez entre o Natal e o Ano-Novo, há sempre espaço para as famigeradas ‘puxetas’ para salvar a cota anual”, diz o colunista Este é meu último Day One de 2020. Não quero, com isso, passar a impressão de que o ano já acabou para mim. Passaria longe da minha visão.  O ambiente internacional parece oferecer uma espécie de alinhamento dos astros para o curto prazo, com prognóstico de mais compra de ativos pelo Fed, início da vacinação, Brexit com possível acordo, PMIs acima das projeções.  Em paralelo, bancos e corretoras atualizam recomendações e preços-alvo para Ibovespa e ações em 2021, o que tem sido um importante trigger para certos papéis. Não precisa ir longe. Ontem mesmo, tivemos o BofAML causando um estrago em Cosan e Rumo — algo que pode se repetir hoje com documento do UBS; Itaú BBA trazendo um preço-alvo surpreendente para BPAC11 (achei um pouco puxado 20 vezes receita no BTG Pactual Digital, mas… quem sou eu na fila do pão?); Morgan Stanley apontando Lojas Americanas como sua top pick no setor junto com Mercado Livre e disparando uma alta de 7% para os papéis, que estavam na bacia das almas; Itaú BBA e Bradesco BBI iniciando cobertura de Méliuz e promovendo uma alta de quase 10% das ações; e por aí vai. A sensibilidade aos relatórios do sell side está grande e pode trazer umas porradinhas surpreendentes ainda neste ano. Além disso, em tempos de baixa liquidez entre o Natal e o Ano-Novo,... Acessar conteúdo completo

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