Governos que agem rápido salvam empregos em resposta à pandemia
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Governos que agem rápido salvam empregos em resposta à pandemia

Governos que agiram rapidamente para restringir o contato social com o objetivo de proteger a saúde dos cidadãos durante a pandemia também tiveram melhores resultados na proteção das economias, segundo pesquisa realizada pela Bloomberg Economics. As conclusões indicam que não há equilíbrio entre salvar vidas e salvar empregos. Embora alguns países tenham uma ligeira vantagem [...]

A ideia de um equilíbrio entre saúde e riqueza dominou os primeiros debates sobre políticas para o coronavírus (Imagem: Reuters/Adriano Machado) Governos que agiram rapidamente para restringir o contato social com o objetivo de proteger a saúde dos cidadãos durante a pandemia também tiveram melhores resultados na proteção das economias, segundo pesquisa realizada pela Bloomberg Economics. As conclusões indicam que não há equilíbrio entre salvar vidas e salvar empregos. Embora alguns países tenham uma ligeira vantagem em depender menos do setor de serviços, a velocidade e a determinação com que autoridades impuseram restrições tiveram o maior peso na redução do impacto da Covid no PIB, disseram os economistas Scott Johnson e Tom Orlik. “Governos que atuaram sob a falsa esperança de que um pouco mais de crescimento poderia ser adquirido às custas de mais alguns casos de vírus, muitas vezes acabaram com poucos empregos a mais, mas muito mais contágio”, disseram. A ideia de um equilíbrio entre saúde e riqueza dominou os primeiros debates sobre políticas para o coronavírus. Regimes autoritários agiram mais rápido para interromper as interações que espalhariam a doença, o que os ajudou a superar o desempenho de muitas democracias de livre mercado. China e Rússia, que pontuaram mal em uma medida do Banco Mundial de responsabilidade governamental, superaram EUA, Reino Unido, Espanha e Itália em termos de saúde e resultados... Acessar conteúdo completo

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