Leilão de transmissão de energia deve ter grandes empresas e disputas acirradas

Um leilão de concessões para a construção e futura operação de novos projetos de transmissão de energia no Brasil, na próxima quinta-feira, deve manter a forte competição vista em licitações do governo nos últimos anos, mesmo em meio aos impactos da pandemia de coronavírus sobre a economia. Serão oferecidos a investidores no evento um total [...]

Serão oferecidos a investidores no evento um total de 11 lotes de empreendimentos (Imagem: Pixabay) Um leilão de concessões para a construção e futura operação de novos projetos de transmissão de energia no Brasil, na próxima quinta-feira, deve manter a forte competição vista em licitações do governo nos últimos anos, mesmo em meio aos impactos da pandemia de coronavírus sobre a economia. Serão oferecidos a investidores no evento um total de 11 lotes de empreendimentos que exigirão cerca de 7,3 bilhões de reais ao longo dos próximos cinco anos, e a expectativa entre especialistas é de que todos receberão ofertas, com participação significativa de grandes empresas do setor. A presença de elétricas com tradição em transmissão de energia deve ser favorecida por uma nova regra aprovada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para o certame, que proíbe a venda das concessões antes do início da operação comercial dos projetos, disseram os analistas. Essas mudanças, no entanto, não evitarão a entrada de grupos menores no certame, como empresas de engenharia e construção e agentes financeiros, que seguem de olho nos ativos a serem licitados, acrescentaram fontes do mercado. Companhias como a estatal Eletrobras (ELET3; ELET5; ELET6), além de Engie (EGIE3), Neoenergia (NEOE3), EDP Brasil (ENBR3), Equatorial (EQTL3), Taesa (TAEE11), Transmissão Paulista (TRPL4), CPFL (CPFE3) e Alupar (ALUP3; ALUP4; ALUP11) são potenciais... Acessar conteúdo completo

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