Mercado vê nova orientação para compras pelo Banco Central dos EUA

O banco central dos EUA esta semana irá vincular o futuro das compras de ativos a métricas de emprego e inflação, sem tomar medidas imediatas para alterar o ritmo ou composição de suas compras de títulos de dívida, preveem economistas sondados pela Bloomberg News. Para uma pequena maioria dos 47 profissionais que responderam a um [...]

Somente 19% dos entrevistados esperam que o Fed aumente o montante para compras mensais no ano que vem (Imagem: REUTERS/Kevin Lamarque) O banco central dos EUA esta semana irá vincular o futuro das compras de ativos a métricas de emprego e inflação, sem tomar medidas imediatas para alterar o ritmo ou composição de suas compras de títulos de dívida, preveem economistas sondados pela Bloomberg News. Para uma pequena maioria dos 47 profissionais que responderam a um questionário entre 4 e 10 de dezembro, esta nova orientação será aprovada na reunião de política monetária que termina na quarta-feira. Os outros economistas participantes esperam que isso aconteça em janeiro ou março. Já um aumento do estímulo monetário é considerado improvável nesta semana. Quase dois terços dos economistas esperam que o comitê de política monetária do Federal Reserve amplie antes do final de 2021 o prazo médio dos títulos nas compras em curso. No entanto, apenas 23% dos que preveem esta decisão acham que ela ocorrerá nesta reunião de dezembro. Embora seu impacto seja limitado, uma nova orientação pode esclarecer as condições que levariam o Fed a aumentar ou diminuir o ritmo de compras de títulos. As autoridades estão comprando atualmente US$ 80 bilhões por mês em títulos do Tesouro e US$ 40 bilhões por mês em títulos garantidos por financiamentos imobiliários, dentro de um programa desenvolvido para pressionar para baixo o custo real dos... Acessar conteúdo completo

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