Natal deve ser marcado por preço alto, busca por pechincha e falta de produtos
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Natal deve ser marcado por preço alto, busca por pechincha e falta de produtos

Em 2015, a inflação de Natal atingiu 11% e os preços dos alimentos subiram 12,9%. Agora, esses alimentos aumentaram 16%

Recomendado para você Aprenda a investir na Bolsa com o curso mais vendido do país O vendedor Jairo de Jesus, de 38 anos, decidiu se arriscar. De máscara, ele está disposto a enfrentar uma aglomeração no supermercado e até a correr o risco de não encontrar algum produto que procura porque pretende deixar para comprar alimentos e parte das bebidas da ceia de Natal no momento mais próximo da data. “Tem sempre aquele precinho da última hora”, diz.A expectativa do vendedor é conseguir alguma promoção num ano de um Natal marcado por inflação em alta, sobretudo dos alimentos, e falta de alguns produtos – de cerveja a eletrodomésticos, ainda em função da recuperação da indústria diante do tombo na produção provocado pela paralisação das atividades por causa da pandemia (ler mais na pág.B3).Os planos de Jesus para o Natal deste ano são de uma comemoração modesta: só ele, a mulher e o casal de filhos pequenos. Ele pretende gastar com as compras bem menos do que em anos anteriores, quando a festa incluía parentes, amigos e vários presentes. “Este ano, vou concentrar os gastos na comida, nas lembranças para a mulher e filhos, e desembolsar menos.”PUBLICIDADEgoogletag.cmd.push(function() { googletag.display( decodeURIComponent( 'RETANGULO_AF' ) ); });Recomendado para vocêAprenda a investir na Bolsa com o curso mais vendido do paísO vendedor, que faz parte de um grupo... Acessar conteúdo completo

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