Nova York vai confirmando falta suporte para altas do açúcar em 2021, pelo contrário, analisa Safras & Mercado

A possibilidade de o Brasil produzir menos açúcar o ano que vem sobre o projetado na safra atual (38,4 milhões/toneladas), como diz parte dos agentes do mercado seguindo a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), sob expectativa de menos cana (reflexo da seca), não é absorvida pelos preços em Nova York. Até mais commodity não [...]

Safra na Ásia vai bem, sem as ameaças que falavam de chuvas irregulares e com mais ajuda à vista (Imagem: REUTERS/Rajendra Jadhav) A possibilidade de o Brasil produzir menos açúcar o ano que vem sobre o projetado na safra atual (38,4 milhões/toneladas), como diz parte dos agentes do mercado seguindo a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), sob expectativa de menos cana (reflexo da seca), não é absorvida pelos preços em Nova York. Até mais commodity não é descartada, na contramão do etanol, como neste ano, que ainda apresenta garantias fracas de ganho de consumo em 2021, como também para o petróleo. Para completar, mais etanol de milho deverá ser produzido para pressionar o de cana. Também a menor oferta esperada de açúcar da Tailândia não aconteceu. As cotações, portanto, seguem mais próximas dos 13 centavos de dólar por libra-peso do que dos 15 c/lp, ante mais um período de superávit. Tudo isso misturado, na enumeração de Maurício Muruci, da Safras & Mercado, com o mercado aguardando os subsídios que a Índia deve dar às exportações. “Que vai dar, não há dúvida, resta saber quanto”, diz o analista. Já se falou em até 12 mil rúpias por tonelada, algo como US$ 163,18 ao câmbio atual. O certo mesmo é que os indianos aumentaram a produção de açúcar em 107%, no começo do mês, para 4,29 milhões de toneladas. Em apenas 2 meses do início do ano-safra da Ásia. Partem para 33 milhões/t na atual... Acessar conteúdo completo

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