Por que as projeções da Cogna foram, no mínimo, frustrantes

Na última segunda-feira (15), a Cogna (COGN3) realizou o seu Dia do Investidor para apresentar as suas projeções dos próximos anos. A empresa espera alcançar um Ebitda, que mede o resultado operacional, de R$ 2,4 bilhões até 2024. Além disso, a companhia aposta no ensino a distância para compensar a forte queda no programa de [...]

A companhia aposta no ensino a distância para compensar a forte queda no programa de financiamento estudantil do governo (Imagem: Unsplash/@headwayio) Na última segunda-feira (15), a Cogna (COGN3) realizou o seu Dia do Investidor para apresentar as suas projeções dos próximos anos. A empresa espera alcançar um Ebitda, que mede o resultado operacional, de R$ 2,4 bilhões até 2024. Além disso, a companhia aposta no ensino a distância para compensar a forte queda no programa de financiamento estudantil do governo, o Fies. Apesar disso, os números não animaram nem os investidores, com as ações fechando em queda de 5,47% na sessão da última segunda (14), nem os analistas do BTG Pactual, que estão céticos em relação ao futuro da empresa. De acordo com Samuel Alves e Yan Cesquim, que assinam o relatório, mesmo com as tendências de fluxo de caixa mais positivas, o evento foi “frustrante, pois não conseguiu explicar como a empresa pode rapidamente melhorar a desalavancagem – prova disso foi a falta de orientação para 2021”. “Acreditamos que alguns investidores esperavam ouvir planos de vendas de ativos (o que poderia trazer um retorno patrimonial considerável), mas essa ideia definitivamente não foi expressa pela empresa”, argumentam. Ainda segundo a dupla, o cenário para o segmento de graduação ainda parece desafiador, dada a alavancagem operacional negativa da Kroton, que se combinou com uma alavancagem financeira ainda elevada... Acessar conteúdo completo

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