Psol e PCdoB criticam contrapartida de renegociação de dívidas dos estados; relator defende texto

Deputados do Psol e do PCdoB criticaram as contrapartidas exigidas dos estados no Projeto de Lei Complementar 101/20 para o refinanciamento das dívidas, como a venda de estatais e proibição de reajustes a servidores. A deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) afirmou que a proposta é prejudicial ao funcionalismo. “O projeto piora as medidas de ajuste, as [...]

“O texto busca o consenso possível, o relator conversou com os governadores, trazemos um relatório maduro”, declarou o relator (Imagem: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados) Deputados do Psol e do PCdoB criticaram as contrapartidas exigidas dos estados no Projeto de Lei Complementar 101/20 para o refinanciamento das dívidas, como a venda de estatais e proibição de reajustes a servidores. A deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) afirmou que a proposta é prejudicial ao funcionalismo. “O projeto piora as medidas de ajuste, as medidas contra os servidores, em uma lógica de agiotagem da União com os estados da Federação.” Para a líder do PCdoB, deputada Perpétua Almeida (AC), a população será afetada. “Até entendemos que há uma boa intenção, mas o texto traz a conta nas costas do cidadão comum, que está pagando a conta da crise econômica e da crise de saúde pública”, disse. Texto maduro A proposta, no entanto, foi defendida pelo líder do PDT, deputado Wolney Queiroz (PE). “O texto busca o consenso possível, o relator conversou com os governadores, trazemos um relatório maduro”, declarou. O relator, deputado Mauro Benevides Filho (PDT-CE), afirmou que o texto traz um “avanço extraordinário”. Ele ressaltou que o parecer que vai a voto é diferente do projeto original, inspirado no chamado “Plano Mansueto”. Benevides Filho explicou que o texto dele proíbe o reajuste anual dos servidores, mas não o crescimento das... Acessar conteúdo completo

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