Setor de telecomunicações dá início a uma nova era após leilão de ativos móveis da Oi

A conclusão do leilão dos ativos móveis da Oi (OIBR3) dá início a uma nova era do setor de telecomunicações no Brasil. Sem grandes surpresas, o consórcio formado por TIM (TIMS3), Vivo (VIVT4) e Claro levaram a unidade por R$ 16,5 bilhões - uma jogada que, na opinião do BTG Pactual (BPAC11), é transformacional para [...]

A Oi realizou na segunda-feira o leilão dos seus ativos móveis, tendo levantado R$ 16,5 bilhões (Imagem: Reuters/Paulo Whitaker) A conclusão do leilão dos ativos móveis da Oi (OIBR3) dá início a uma nova era do setor de telecomunicações no Brasil. Sem grandes surpresas, o consórcio formado por TIM (TIMS3), Vivo (VIVT4) e Claro levaram a unidade por R$ 16,5 bilhões – uma jogada que, na opinião do BTG Pactual (BPAC11), é transformacional para a indústria. “A transação irá redefinir o setor de telecomunicações brasileiro nos próximos anos, tornando o ambiente competitivo mais racional, com potencial de aumentar a lucratividade do mercado”, comentam os analistas Carlos Sequeira e Osni Carfi, em relatório divulgado ontem pelo banco. Do valor total de R$ 16,5 bilhões, R$ 15,7 bilhões correspondem ao preço-base da oferta e R$ 756 milhões respondem por serviços de transição que serão prestados por até 12 meses pelo Grupo Oi às compradoras, que vão dividir os ativos entre si. A TIM, por ser a menor das três e ter pouca posição de espectro, ficará com a maior fatia (54% do espectro total, 40% dos clientes e 7,2 mil pontos de acesso) pelo valor de R$ 7,3 bilhões. A Vivo, por R$ 5,5 bilhões, ficará com 46% do espectro da Oi, 29% da base de clientes e 2,7 mil pontos de acesso. A Claro não comprou espectro, mas terá por R$ 3,7 bilhões 32% dos clientes e 4,6 mil pontos de acesso. As compradoras também assinaram um contrato... Acessar conteúdo completo

Receba nossas novidades em seu e-mail!