Setor do luto entra no radar de investidores; administradora de cemitérios quer abrir o capital na Bolsa
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Setor do luto entra no radar de investidores; administradora de cemitérios quer abrir o capital na Bolsa

Mercado reúne serviços de funerárias, cemitérios, crematórios e planos funeral e fatura R$ 3 bilhões por ano

Recomendado para você Aprenda a investir na Bolsa com o curso mais vendido do país O pedido de abertura de capital no mês passado do grupo gaúcho Cortel, de cemitérios, colocou em evidência um mercado com pouca visibilidade no Brasil, mas que fatura R$ 3 bilhões por ano. Conhecido como “death care”, ou assistência à morte, o segmento reúne serviços de funerárias, cemitérios, crematórios e planos funeral, uma espécie de seguro em que a pessoa paga em vida os custos para seu óbito – uma das frentes que mais vêm crescendo no mercado desde o início da pandemia.Diante dos quase 1,7 milhão de óbitos no planeta, mais de 180 mil deles no Brasil, a covid19 obrigou o mundo todo a falar mais sobre a morte e também jogou luz no trabalho das startups do setor, as chamadas “death techs” (ler mais ao lado).Dono de dez cemitérios e com faturamento anual de R$ 89 milhões, o Grupo Cortel espera levantar R$ 400 milhões na sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), prevista para 2021, apurou o “Estadão”. A empresa quer usar o dinheiro para sair em busca de ativos e cumprir um papel de consolidadora do mercado.PUBLICIDADEgoogletag.cmd.push(function() { googletag.display( decodeURIComponent( 'RETANGULO_AF' ) ); });Recomendado para vocêAprenda a investir na Bolsa com o curso mais vendido do paísInvestidores, entre eles fundos de private equity (que compram... Acessar conteúdo completo

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