Sob novo diretor, Inmet tem a chance de atuar diretamente no controle ambiental

A meteorologia não é usada apenas para o agricultor saber quando plantar e quando colher, ou na previsão de desastres naturais, mas, bem aplicada e difundida, ajuda no controle e proteção do ecossistema e deve interagir com outros órgãos, como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Instituto [...]

Inpe pode entrar definitivamente no controle ambiental (Imagem: Divulgação/ Instituto Brasília) A meteorologia não é usada apenas para o agricultor saber quando plantar e quando colher, ou na previsão de desastres naturais, mas, bem aplicada e difundida, ajuda no controle e proteção do ecossistema e deve interagir com outros órgãos, como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) tem no novo diretor, confirmado nesta quarta (16), a oportunidade de servir para esse fim também. Miguel Ivan Lacerda leva para o órgão o crédito que conseguiu junto ao setor privado como formulador do RenovaBio, o mais importante programa de política ambiental condicionado à energia renovável dos biocombustíveis. Além da previsão do tempo, talvez o Brasil possa esperar do Inmet agora as outras atribuições da ciência da meteorologia, entre as quais planejamento ambiental e socioeconômico, estudos de impacto ambiental e controle de poluentes, além de gerenciamento energético e de recursos hídricos. Três meses depois de demitido da diretoria de Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia (MME), pelo secretário José Mauro Ferreira, sob a alegação de não se alinhar à sua gestão, a ministra Tereza Cristina tratou de assegurar para o Ministério da Agricultura (Mapa) a experiência e o conhecimento de... Acessar conteúdo completo

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