Suzano e Klabin entram com “pé direito” em 2021, devido à alta da celulose

Após um ano conturbado marcado pela Covid-19, nada melhor que chegar a 2021 com o pé direito, especialmente quando se trata de empresas com alto potencial de valorização na Bolsa. A alta da celulose, amplamente noticiada, deve garantir um Ano Novo mais promissor para Suzano (SUZB3) e Klabin (KLBN11), na avaliação da Ágora Investimentos. "A maré definitivamente [...]

Crescimento da demanda, preços mais altos do papel e oferta mais fraca do que o esperado dão o tom do setor em 2021 (Imagem: YouTube/Suzano) Após um ano conturbado marcado pela Covid-19, nada melhor que chegar a 2021 com o pé direito, especialmente quando se trata de empresas com alto potencial de valorização na Bolsa. A alta da celulose, amplamente noticiada, deve garantir um Ano Novo mais promissor para Suzano (SUZB3) e Klabin (KLBN11), na avaliação da Ágora Investimentos. “A maré definitivamente mudou para os mercados globais de celulose, com um processo de recuperação de preço ainda mais rápido do que antecipávamos para a Europa e América do Norte, enquanto as perspectivas na China permanecem saudáveis em geral”, comentam os analistas Thiago Lofiego e Luiza Mussi. A dupla explica que produtores estão aproveitando o momento positivo — marcado pela chegada das vacinas –, para anunciar aumentos agressivos nos preços da celulose, como o de US$ 70 para a Europa. Portanto, a casa de análises reiterou sua perspectiva positiva para o mercado de celulose em 2021, apoiado pelo crescimento da demanda, preços mais altos do papel e oferta mais fraca do que o esperado. No radar de ações, que se beneficiarão com o aumento estimado de US$ 150 por tonelada de celulose, estão: Suzano e Klabin, que seguem com recomendação de compra segundo os analistas. Acessar conteúdo completo

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