Vestuário e joias: como andam as iniciativas ESG de Vivara, Lojas Renner, C&A e Grupo Soma?

As discussões ESG estão ganhando cada vez mais importância no dia a dia das empresas. Com o crescente interesse de consumidores e investidores por temas relacionados ao meio ambiente e às práticas sociais e de governança corporativa, nomes de diversos setores têm buscado compartilhar seus trabalhos no âmbito sustentável e manter a transparência das operações. [...]

No setor de vestuário e joias, as medidas sociais saem na frente dos pilares de governança e meio ambiente (Imagem: Pixabay) As discussões ESG estão ganhando cada vez mais importância no dia a dia das empresas. Com o crescente interesse de consumidores e investidores por temas relacionados ao meio ambiente e às práticas sociais e de governança corporativa, nomes de diversos setores têm buscado compartilhar seus trabalhos no âmbito sustentável e manter a transparência das operações. No setor de vestuário e joias, as medidas sociais saem na frente dos pilares de governança e meio ambiente. De acordo com a XP Investimentos, empresas como Vivara (VIVA3) e Lojas Renner (LREN3) estão bem posicionadas nessa frente, enquanto a C&A (CEAB3) se destaca nas práticas ambientais. “Esse setor está sob grandes holofotes por conta das suas pegadas social e ambiental. Na nossa visão, as empresas brasileiras estão cientes disso e estão levando isso a sério”, disse Marcella Ungaretti, analista ESG da XP Inc., em relatório divulgado na semana passada. Vivara tem exposição ao risco de reputação, já que, como fabricante de joias, usa minerais extraídos de forma insustentável (Imagem: Facebook/Vivara) Mesmo com os avanços das pautas, a XP acredita que as empresas do setor ainda têm o que melhorar. A Vivara, por exemplo, peca na frente ambiental pela exposição ao risco de reputação, já que, como fabricante de joias, usa minerais extraídos de... Acessar conteúdo completo

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